quinta-feira, 23 de junho de 2011

Origem do nome Pelican


Inicialmente, a Pelican se chamava “Dolphin Products” , mas este nome simplesmente parecia não soar bem para Parker. Ele e sua esposa estavam em busca de um nome feliz e suave, que as pessoas gostassem e que não se esqueceriam facilmente; Então, em uma sexta-feira comum, quando Dave Parker e sua esposa navegavem em seu barco, em direção ao oeste da costa da Califórnia, Arline, sua esposa, levantou-se repentinamente, derramando vinho tinto que estava próximo a ela em seu filho recém-nascido, e gritou: “Olha, olha!”. Dave Parker então olhou para cima, bem a tempo de ver dois pelicanos marrons deslizando graciosamente por toda a proa do barco, e vislumbraram a perfeita silhueta de um enorme sol, amarelo dourado ao fundo dos dois pelicanos. Arline disse: É isto! Vamos dar o nome de Pelican”, e Parker disse: “Você acertou”! Então, comecou a longa história da Pelican.
Devido a restrições legais na Europa (com outra empresa que detém os direitos do nome), a solução encontrada foi a de nomear a Empresa de "Peli". No entanto, são os mesmos produtos de qualidade, fabricados no mesmo local, e com a mesma garantia incondicionalmente, como os da Pelican dos EUA.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Depoimento Pelican - Ross O'Donoghue



Em uma recente viagem através do Zimbabwe, o case Pelican 1150 tornou-se presa de um membro da família dos carnívoros: o tigre Shumba, de menos de um ano de idade.

Num momento de distração o tigre se apoderou do case e pulou sobre ele com suas patas pesadas, além das inúmeras mordidas dadas com seus longos e afiados caninos. Não consegui reaver o case Pelican, que estava com alguns pertences importantes, pois preferi não me atrever a tirá-lo das garras do pequeno felino.

Entretanto o case Pelican resistiu às investidas do tigre, que o levou a uma rocha no vale do Zambeze, e parece que desistiu do brinquedo, pois após algumas semanas o encontramos  nas margens do rio Ross.

Ross O'Donoghue

terça-feira, 7 de junho de 2011

Como surgiu a Pelican Products

Dave Parker, um ávido mergulhador, descobriu, através de suas experiências, que precisava de alguns recursos para fazer um mergulho completo. Porém, tais recursos, não estavam disponíveis. Diante disto, ele pensou que, da mesma forma que ele necessitava de tais equipamentos, outros mergulhadores também teriam a mesma necessidade.
Assim nasceu a Pelican, da idéia de fornecer produtos originais e práticos para o mercado de mergulho, que suprissem essas necessidades. Dave Parker fundou, então nos EUA, em 1976, a Pelican Products Inc. e com a ajuda de sua esposa Arline, co-fundadora, levou esse projeto adiante.

O primeiro produto da linha foi o Pelican Float, um simples, mas útil objeto para mergulhadores - um objeto flutuante que sobe à superfície quando liberado debaixo da água e bóia sobre ela. Quando submerso, possui flutuação neutra, até ser liberado; é indestrutível e facilmente visto em todos os climas e condições de luz, quando está flutuando – já que tem o objetivo de marcar locais e identificar objetos no mar.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Depoimento Pelican - Wilco van Rooijen


Os produtos Pelican desempenham um papel importante em minhas expedições. Hoje em dia podemos nos comunicar por satélite, com o laptop, PDA, modems, câmeras e muito mais.

No entanto, o nosso problema começa quando os equipamentos técnicos param de funcionar! E há uma grande chance disso acontecer, considerando que fazemos viagens de avião,de carro, e até mesmo caminhadas e escaladas.

Como um líder de expedição, eu tenho uma grande responsabilidade. Produtos Pelican me dão a garantia de que meu equipamento (que é a minha vida) estará em perfeitas condições.

Wilco van Rooijen, Norit K2 2008 Leader

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Tesouro escondido...

Você já deve ter visto filmes sobre tesouros escondidos e até se visto em aventuras assim, certo?

Pois quem realizou algo assim foi o expedicionário Amyr Klink. Em uma de suas viagens pela Antártica, descrita no livro Linha D'agua, ele conta que ele e seus colegas, por uma brincadeira, resolveram esconder um tesouro.

Colocaram alguns objetos e também algum dinheiro em uma case Pelican. Como na Antártica não tem terra, o jeito foi esconder o "tesouro" sob rochas em uma ilha, próxima à que leva o nome de Pleneau.

Passados alguns anos, Klink voltou ao local, junto de seus filhos, que estavam animados em encontrar o tesouro. Depois de muita procura, afinal as rochas se moveram e caiu muita neve, a case foi encontrada e os objetos estavam lá, todos intactos! :) Leia o livro e saiba mais sobre essa aventura.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Depoimentos Pelican - Anja Blonk


Minha história se passa em Sabang, um local de mergulho nas Filipinas. A corrente era forte e os cavalos-marinhos que estavam sendo perturbados por outro mergulhador  foram procurar um lugar para se segurar. 
Foi quando um deles viu a lanterna e segurou-se nela. Vi aquela bela imagem e logo quis registrá-la. Como eu tinha comigo outra lanterna Pelican (eu sempre uso mais de uma quando mergulho), posicionei a luz para a imagem e fiz esta  foto. As lanternas Pelican sempre estão lá quando você precisa delas!


E você, também tem alguma história que envolva os produtos Pelican? Que tal compartilhar conosco?

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Equipamentos para fotografar em situações extremas

por Rodrigo Baleia

Fonte: National Geographic

Neste post sobre o Open Bag comento sobre mais uns itens que fazem parte de um kit para o trabalho em situações extremas.
Lanternas são itens indispensáveis e as de cabeça são as melhores. Ter as mãos livres é um diferencial muito grande. Levo sempre duas, uma Petzel MYO XP, que fica sempre com o GPS e na mochila guardo uma Headsup Lite da Pelican conhecida no Brasil como a Racco 2620, que é mais robusta e resistente à água, podendo ser submergida, o que não arrisco a fazer com a Petzel.
Petzel Myo possui três diferentes níveis de intensidade de luz e a Pelican 2620 com led e lâmpada de Xenon, por ser mais robusta.

Eu levo uma máscara para gases orgânicos. Na época das queimadas é comum descer do carro para fotografar a floresta queimando ou recém queimada. Nestes casos, o problema não é tanto a fumaça, pois não me aventuro em meio a ela, mas sim as cinzas que ficam em suspensão, tornando a respiração difícil.
Máscara para gases. Apesar de não proteger os olhos, essa máscara já me ajudou a enfrentar gás lacrimogêneo durante a cobertura de alguns protestos.

Na região em que moro e em outras tantas áreas do Brasil, a comunicação por radios transceptores e telefonia satelital é a mais confiável. Walkie-Talkies são o básico da comunicação via rádio. Excelentes para dirigir uma foto à distância, manter a comunicação quando é preciso dividir um grupo de pessoas e nas muitas vezes que o fotógrafo deixa um acampamento para sair só. Existem várias marcas destes rádios, mas eu optei pelo modelo Talkabout da Motorola, pois além de um ótimo preço é um modelo bem difundido e em uma situação de emergência é muito fácil criar uma rede com rádios operando na mesma freqüência. Em breve volto a comentar sobre o modelo de radio Yaesu VX-8R.
Motorola Talkabout T8525 com alcance pode chegar a 25Km. Outros modelos da Motorola podem alcançar até cerca de 60km.

Quando o trabalho é feito na companhia da família, um par de Talkabout pode ser usado como passa tempo. 

Nos anos 90 um avião monomotor fez um pouso forçado no mar na costa do Rio Grande do Sul. A bordo do avião estavam quatro pessoas, três deles grandes amigos meus. Aeronaves civis e militares iniciaram as buscas por sobreviventes poucas horas após a confirmação da queda. Cerca de dez horas se passaram até que os quatro sobreviventes foram encontrados e resgatados (já com hipotermia) pelo Esquadrão Pelicano da Força Aerea Brasileira. Dias depois, um dos meus amigos descreveu os momentos que passou no mar. Comentou sobre a angústia de ver os helicópteros e aviões sobrevoando próximo a eles, sem que fossem vistos. 

Lembro das palavras do amigo Daniel toda vez que estou em um treinamento de sobrevivência e também de outro amigo que foi dado como desaparecido ao cair de uma embarcação no Atlântico Norte.  Seja na imensidão verde da floresta amazônica ou na azul do mar é fundamental se fazer visivel em caso de resgate.

Pensando nisso, eu sempre levo comigo um kit de salvatagem com dois sinalizadores diurnos e dois noturnos.

- Granada fulmígenas de cor laranja, com de duração de 3 minutos;
- Granada fulmígenas de cor laranja, com de duração de 60 segundos;
- Facho manual de luz vermelha de 15.000 candelas;
- Conjunto de Sinais com 9 Estrelas IKS-109, que dispara um sinal luminoso a 80 metros de altura  de 15.000 candelas.

Sinalizadores diurnos ou noturnos: é preciso saber usá-los. Vários fatores ambientais e climáticos devem ser levados em consideração antes de acioná-los.
 
Pelican Brasil © 2011 - Grupo Racco (Distribuidor Exclusivo no Brasil)