segunda-feira, 30 de maio de 2011

Depoimento Pelican - Wilco van Rooijen


Os produtos Pelican desempenham um papel importante em minhas expedições. Hoje em dia podemos nos comunicar por satélite, com o laptop, PDA, modems, câmeras e muito mais.

No entanto, o nosso problema começa quando os equipamentos técnicos param de funcionar! E há uma grande chance disso acontecer, considerando que fazemos viagens de avião,de carro, e até mesmo caminhadas e escaladas.

Como um líder de expedição, eu tenho uma grande responsabilidade. Produtos Pelican me dão a garantia de que meu equipamento (que é a minha vida) estará em perfeitas condições.

Wilco van Rooijen, Norit K2 2008 Leader

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Tesouro escondido...

Você já deve ter visto filmes sobre tesouros escondidos e até se visto em aventuras assim, certo?

Pois quem realizou algo assim foi o expedicionário Amyr Klink. Em uma de suas viagens pela Antártica, descrita no livro Linha D'agua, ele conta que ele e seus colegas, por uma brincadeira, resolveram esconder um tesouro.

Colocaram alguns objetos e também algum dinheiro em uma case Pelican. Como na Antártica não tem terra, o jeito foi esconder o "tesouro" sob rochas em uma ilha, próxima à que leva o nome de Pleneau.

Passados alguns anos, Klink voltou ao local, junto de seus filhos, que estavam animados em encontrar o tesouro. Depois de muita procura, afinal as rochas se moveram e caiu muita neve, a case foi encontrada e os objetos estavam lá, todos intactos! :) Leia o livro e saiba mais sobre essa aventura.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Depoimentos Pelican - Anja Blonk


Minha história se passa em Sabang, um local de mergulho nas Filipinas. A corrente era forte e os cavalos-marinhos que estavam sendo perturbados por outro mergulhador  foram procurar um lugar para se segurar
Foi quando um deles viu a lanterna e segurou-se nela. Vi aquela bela imagem e logo quis registrá-la. Como eu tinha comigo outra lanterna Pelican (eu sempre uso mais de uma quando mergulho), posicionei a luz para a imagem e fiz esta  foto. As lanternas Pelican sempre estão lá quando você precisa delas!


E você, também tem alguma história que envolva os produtos Pelican? Que tal compartilhar conosco?

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Equipamentos para fotografar em situações extremas

por Rodrigo Baleia

Fonte: National Geographic

Neste post sobre o Open Bag comento sobre mais uns itens que fazem parte de um kit para o trabalho em situações extremas.
Lanternas são itens indispensáveis e as de cabeça são as melhores. Ter as mãos livres é um diferencial muito grande. Levo sempre duas, uma Petzel MYO XP, que fica sempre com o GPS e na mochila guardo uma Headsup Lite da Pelican conhecida no Brasil como a Racco 2620, que é mais robusta e resistente à água, podendo ser submergida, o que não arrisco a fazer com a Petzel.
Petzel Myo possui três diferentes níveis de intensidade de luz e a Pelican 2620 com led e lâmpada de Xenon, por ser mais robusta.

Eu levo uma máscara para gases orgânicos. Na época das queimadas é comum descer do carro para fotografar a floresta queimando ou recém queimada. Nestes casos, o problema não é tanto a fumaça, pois não me aventuro em meio a ela, mas sim as cinzas que ficam em suspensão, tornando a respiração difícil.
Máscara para gases. Apesar de não proteger os olhos, essa máscara já me ajudou a enfrentar gás lacrimogêneo durante a cobertura de alguns protestos.

Na região em que moro e em outras tantas áreas do Brasil, a comunicação por radios transceptores e telefonia satelital é a mais confiável. Walkie-Talkies são o básico da comunicação via rádio. Excelentes para dirigir uma foto à distância, manter a comunicação quando é preciso dividir um grupo de pessoas e nas muitas vezes que o fotógrafo deixa um acampamento para sair só. Existem várias marcas destes rádios, mas eu optei pelo modelo Talkabout da Motorola, pois além de um ótimo preço é um modelo bem difundido e em uma situação de emergência é muito fácil criar uma rede com rádios operando na mesma freqüência. Em breve volto a comentar sobre o modelo de radio Yaesu VX-8R.
Motorola Talkabout T8525 com alcance pode chegar a 25Km. Outros modelos da Motorola podem alcançar até cerca de 60km.

Quando o trabalho é feito na companhia da família, um par de Talkabout pode ser usado como passa tempo. 

Nos anos 90 um avião monomotor fez um pouso forçado no mar na costa do Rio Grande do Sul. A bordo do avião estavam quatro pessoas, três deles grandes amigos meus. Aeronaves civis e militares iniciaram as buscas por sobreviventes poucas horas após a confirmação da queda. Cerca de dez horas se passaram até que os quatro sobreviventes foram encontrados e resgatados (já com hipotermia) pelo Esquadrão Pelicano da Força Aerea Brasileira. Dias depois, um dos meus amigos descreveu os momentos que passou no mar. Comentou sobre a angústia de ver os helicópteros e aviões sobrevoando próximo a eles, sem que fossem vistos. 

Lembro das palavras do amigo Daniel toda vez que estou em um treinamento de sobrevivência e também de outro amigo que foi dado como desaparecido ao cair de uma embarcação no Atlântico Norte.  Seja na imensidão verde da floresta amazônica ou na azul do mar é fundamental se fazer visivel em caso de resgate.

Pensando nisso, eu sempre levo comigo um kit de salvatagem com dois sinalizadores diurnos e dois noturnos.

- Granada fulmígenas de cor laranja, com de duração de 3 minutos;
- Granada fulmígenas de cor laranja, com de duração de 60 segundos;
- Facho manual de luz vermelha de 15.000 candelas;
- Conjunto de Sinais com 9 Estrelas IKS-109, que dispara um sinal luminoso a 80 metros de altura  de 15.000 candelas.

Sinalizadores diurnos ou noturnos: é preciso saber usá-los. Vários fatores ambientais e climáticos devem ser levados em consideração antes de acioná-los.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Dicas de Fotografia – Acessórios para Câmeras Profissionais


Bolsas – Tem dos mais variados tipos, tamanhos e materiais. Há pequenas que cabem somente a câmera e talvez o carregador de bateria, há um pouco maiores que é possível colocar algum cabo de transferência, bateria extra e há verdadeiras malas de viagem, com compartimentos para notebook, um tripé pequeno, lentes extras, cabos, cartões etc.

Cartão de memória – como as profissionais tiram fotos mais pesadas (com 18Mb ou mais), alguns fotógrafos têm vários cartões de memória e um pequeno case para transportá-los.

Tripé – os mini-tripés que servem nas câmeras compactas são leves e pequenos demais para aguentar o peso de uma câmera profissional, mas há tripes medios e grandes (chegando até 2m) que são ideais. Os tripés funcionam bem quando queremos travar um certo ângulo e enquadramento ou queremos fotos em baixa velocidade, baixo ISO, diafragma aberto… (com o tripé as fotos não saem tremidas).

Lentes – Como nas profissionais a lente é intercâmbiavel, ou seja, é possível trocar de lente (e cada uma tem uma função específica), então a própria lente passa a ser um acessório. Cada lente tem suas características próprias e devem ser bem analisadas antes de comprar (distancia focal, luminosidade, diametro etc).

Filtros – Nas DSLR os filtros são bem importantes, uns mais do que outros. O filtro UV, que protege a lente dos raios ultravioletas, é imprescindível. Um filtro polarizador, que evita reflexos em vidros e também proteje a lente, é uma boa escolha. E há outros filtros para outros tipos de efeito: filtro estrela (faz aquele cruz no brilho de algo), warm-up (aquece as cores tornando-as mais vivas), filtro alaranjado (torna suas fotos avermelhadas), “noite-americana” (azula a foto de tal forma que faz o dia parecer noite) e por aí vai.

Flash – A maioria das câmeras profissionais possuem flash integrado, mas é relativamente fraco e de curta distância. É possível comprar flash mais potentes e inteligentes e adaptá-los à câmera.

Grip – O grip é um acessório que se conecta no lugar da bateria. Ele é útil de diversas formas, ele aceita duas baterias por vez ao invez e uma (como é habitual nas câmeras), facilita a empunhadura para tirar fotos verticais e tem algum botões inteligentes também para facilitar nas fotos verticais.

Protetor de LCD – Aqui esses protetores são mais necessários, pelo fato do LCD das profissionais ser mais delicado e frágil (em compensação tem mais definição). Há protetores que são apenas folhas de um material parecido com o acetato e há protetores de plástico, como uma capa dura de plástico para o LCD.
Ainda há outros acessórios menos relevantes como cabos HDMI, úteis para passar fotos em TVs de alta definição, baterias extras, cases para tirar fotos em baixo d’agua etc.
Há acessórios que não acabam mais, seja para câmeras, filmadoras, celulares ou até mesmo para o nosso animal de estimação.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Como organizar equipamentos fotográficos antes de uma viagem

Os cases Pelican são extremamente versáteis, graças à infinidade de modelos e acessórios opcionais que temos disponíveis. Isso possibilita recriar os cases de várias formas, adequando-os a cada necessidade específica.

No exemplo abaixo você confere o que o fotógrafo Octávio Sales costuma levar numa viagem curta e a maneira como organiza tudo.O case abaixo é um Pelican 1504, que recebe a maioria dos equipamentos que ele leva:


  1   Lente Sigma 300mm f/2.8 EX HSM – usada mais pra fazer fotos de aves em trilhas, por ser muito mais leve que a 600mm. Eventualmente também usada pra fotos de paisagem. Saquinho de silica gel – em lugares como o Zizo, que é bem úmido, é importante se certificar que o silica gel é novo. Coloca-se o silica gel dentro de embalagens feitas com filtro de café. Espalha-se alguns desses pelo case.
Bombinha fuc-fuc – essencial pra limpeza de lentes e outros equipamentos.
  2   Câmera Nikon D700 com battery grip, já com duas baterias totalmente carregadas e cartão de memória 8 GB vazio.
  3   Carregador de baterias Nikon + cabo. Filtros polarizadores pra 24mm e pro filter holder da 300mm – uso muito pra grande-angular, a 24mm.
Dois Pocket Wizards Plus II pra disparar flash remotamente, pra fotos de paisagem, anfíbios, etc. – um vai na câmera e o outro no flash Vivitar (com cabo). O segundo flash, o SB-900, é disparado via SU-4, uma função no próprio flash que reconhece a luz dos outros flashes e dispara junto. Se achar que preciso de 3 flashes remotos levo mais um Vivitar e mais um PW.
Fita crepe – nunca saia de casa sem uma. Pode ser útil pra montar cenários.
Lanterna de cabeça – não tem luz elétrica no Zizo, e também é útil pra andar em trilhas a noite.
Difusor e porta filtro gel do flash SB-900.
Prato em L da Really Right Stuff pra D700 com o battery grip – uso em conjunto com a ballhead.
Carregador para 4 pilhas AA.
  4   Amostra com diversos filtros gel para flash, com cores variadas – útil se quiser algum efeito especial com os flashes. Disparador via cabo – super importante pra fotos de paisagem ou mesmo de aves com velocidades muito baixas.
Base para tripé com flash shoe – é possível rosquear no tripé de iluminação ou usar no chão.
  5   Flash Vivitar 285-HV (com pilhas carregadas) – está embaixo. Flash Nikon SB-900 (com pilhas carregadas) – em cima.
Dois snoots de papelão.
  6   Ballhead Markins M-10 com clamp da Really Right Stuff – para fotos diversas com as lentes menores.
  7   Caixinha de som pra playback (com pilhas carregadas) – fundamental num lugar como o Zizo, de floresta. iPod Nano 8 GB com sons das aves da região (manter travado pra não ligar acidentalmente).
Carregador de tomada para o iPod.
Canivete Leatherman – sempre útil pra cortar galhinhos, etc.
  8   Lente Nikon 50mm f/1.8D Lente Nikon 24mm f/2.8D
Teleconversor Nikon 1.4x (embaixo)


Nos bolsos do lado interno da tampa:


- Lenspen e flanela de microfibra pra limpeza de lentes.
- Bateria reserva da D700.
- 4 pilhas recarregáveis AA (carregadas!).
- 4 pilhas novas AAA, pra caixinha de playback.
- Filtros gel pra flash modelos CTO, 1/2 CTO e Green, pois são os mais utilizados.
- 2 cartões de memória de 8 GB, ambos vazios.
- Chave de fenda bem pequena, pra apertar eventuais parafusos pequenos que podem se soltar.
- Duas chave em L pra colocar e tirar o prato L da D700.
- Cotonetes, pra limpeza mais detalhada.
- Manual do iPod, as vezes o iPod trava e tem uma sequencia certa dos botões pra destravar.


Também é levado o case da Nikkor 600mm f/4 AF-S, com a lente dentro mais os dois parassóis, a proteção de neoprene camuflado, better beamer pro SB-900, saquinhos de silica gel e o que mais couber ali dentro, podem ser meias, toalha (seca, lógico), etc.


Além disso, uma mochila pequena da Nike, que pode ser usada pra ir nas trilhas. Dentro dela vai uma lanterna grande pra corujar (com pilhas boas), inversor de eletricidade 400w da Black & Decker (no Zizo não tem energia, mas dá pra conectar o inversor numa bateria de carro e assim ter eletricidade pra carregar os equipamentos, notebook, etc.), rebatedor circular com capa, bota impermeável com meias dentro e rede de blind camuflada, caso encontre algo que valha a pena montar o blind e esperar pela foto perfeita.


E claro, por último uma malinha de roupas, com algumas camisas, calças, uma boa capa de chuva (sempre!), escova de dente, desodorante, repelente, boné, protetor solar, perneiras anti-cobra, livro Birds of Brazil (do Van Perlo), etc. Para calçar, um tênis mais confortável é usado durante a viagem e em outros momentos. Se estiver calor, uma havaianas.


O tripé com a cabeça gimbal, o tripé de iluminação e uma sombrinha translucida vão soltas, talvez coladas juntas com a fita crepe. Um segundo tripé de iluminação ou um tripé desses baratos de plástico pra montar setups/cenários também é recomendado.
É levado também o notebook na mala, junto com mouse, cabo de força, bateria 9 células carregada e cabinho USB. Se fosse uma viagem mais longa, levaria também o HD externo.
O binóculo vai no pescoço, pois é possível ver umas aves na estrada.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Novos cases para câmeras fotográficas

Foto: Racco 1040 - Garante a segurança do HD para descarregar as imagens em campo.Na foto um teste de submersão.

Outro produto que tenho utilizado para a proteção do meu equipamento são os cases Pelican. Em polímero rígido, esses cases são a prova de impacto e a prova d'água (podem ser submergidos) e o que é melhor, têm Lifetime Guarantee.

Foto: Racco 1520 - com seu interior costumizado.

O interior pode vir em microespumas serrilhadas ou divisórias de naylon e em ambos é possível customizar de acordo com o equipamento a ser protegido. A Pelican no Brasil é representada oficialmente pela Racco (os cases passam a ser identificados por Racco), que oferece uma vasta linha de produtos.

Foto: Racco 1520 - Uso tanto para transportar o laptop em campo quanto em casa para proteger da umidade, também é uma ótima base para trabalhar na rua. vide foto de trabalho de campo.

Esse cases me garantem proteção absoluta no transporte dos equipamentos. Eles também têm sido essenciais na proteção contra a ação da umidade que os equipamentos sofrem diariamente. Atualmente, tenho três modelos de cases: o Racco 1040, que uso para armazenar um Hyperdrive, o  Racco 1520, para transportar o meu laptop e pequenos assessórios,  e o Racco 1600,  para transportar câmeras de backup, tripé e outras coisas.

Foto: Racco 1600 - Acabei comprando para transportar um computador de 12 polegadas e um HD externo. Hoje vejo que cometi um erro na escolha do tamanho, pois ele é capaz de carregar uns seis computadores de 12 polegadas. Veja na foto o equipamento em campo, durante seção de fotos  na floresta alagada, também carrego nele duas câmeras e acessórios para iluminação.

Nos modelos 1520 e 1600, o interior é de espuma e pode ser customizado. A dica que eu dou é para pensar bem no que se pretende transportar, estudar o tamanho interno e externo, pois quando comprei o modelo 1600 me dei conta de que o seu tamanho era muito maior do que o necessário.

 
Pelican Brasil © 2011 - Grupo Racco (Distribuidor Exclusivo no Brasil)