sexta-feira, 29 de abril de 2011

Como organizar equipamentos fotográficos antes de uma viagem

Os cases Pelican são extremamente versáteis, graças à infinidade de modelos e acessórios opcionais que temos disponíveis. Isso possibilita recriar os cases de várias formas, adequando-os a cada necessidade específica.

No exemplo abaixo você confere o que o fotógrafo Octávio Sales costuma levar numa viagem curta e a maneira como organiza tudo.O case abaixo é um Pelican 1504, que recebe a maioria dos equipamentos que ele leva:


  1   Lente Sigma 300mm f/2.8 EX HSM – usada mais pra fazer fotos de aves em trilhas, por ser muito mais leve que a 600mm. Eventualmente também usada pra fotos de paisagem. Saquinho de silica gel – em lugares como o Zizo, que é bem úmido, é importante se certificar que o silica gel é novo. Coloca-se o silica gel dentro de embalagens feitas com filtro de café. Espalha-se alguns desses pelo case.
Bombinha fuc-fuc – essencial pra limpeza de lentes e outros equipamentos.
  2   Câmera Nikon D700 com battery grip, já com duas baterias totalmente carregadas e cartão de memória 8 GB vazio.
  3   Carregador de baterias Nikon + cabo. Filtros polarizadores pra 24mm e pro filter holder da 300mm – uso muito pra grande-angular, a 24mm.
Dois Pocket Wizards Plus II pra disparar flash remotamente, pra fotos de paisagem, anfíbios, etc. – um vai na câmera e o outro no flash Vivitar (com cabo). O segundo flash, o SB-900, é disparado via SU-4, uma função no próprio flash que reconhece a luz dos outros flashes e dispara junto. Se achar que preciso de 3 flashes remotos levo mais um Vivitar e mais um PW.
Fita crepe – nunca saia de casa sem uma. Pode ser útil pra montar cenários.
Lanterna de cabeça – não tem luz elétrica no Zizo, e também é útil pra andar em trilhas a noite.
Difusor e porta filtro gel do flash SB-900.
Prato em L da Really Right Stuff pra D700 com o battery grip – uso em conjunto com a ballhead.
Carregador para 4 pilhas AA.
  4   Amostra com diversos filtros gel para flash, com cores variadas – útil se quiser algum efeito especial com os flashes. Disparador via cabo – super importante pra fotos de paisagem ou mesmo de aves com velocidades muito baixas.
Base para tripé com flash shoe – é possível rosquear no tripé de iluminação ou usar no chão.
  5   Flash Vivitar 285-HV (com pilhas carregadas) – está embaixo. Flash Nikon SB-900 (com pilhas carregadas) – em cima.
Dois snoots de papelão.
  6   Ballhead Markins M-10 com clamp da Really Right Stuff – para fotos diversas com as lentes menores.
  7   Caixinha de som pra playback (com pilhas carregadas) – fundamental num lugar como o Zizo, de floresta. iPod Nano 8 GB com sons das aves da região (manter travado pra não ligar acidentalmente).
Carregador de tomada para o iPod.
Canivete Leatherman – sempre útil pra cortar galhinhos, etc.
  8   Lente Nikon 50mm f/1.8D Lente Nikon 24mm f/2.8D
Teleconversor Nikon 1.4x (embaixo)


Nos bolsos do lado interno da tampa:


- Lenspen e flanela de microfibra pra limpeza de lentes.
- Bateria reserva da D700.
- 4 pilhas recarregáveis AA (carregadas!).
- 4 pilhas novas AAA, pra caixinha de playback.
- Filtros gel pra flash modelos CTO, 1/2 CTO e Green, pois são os mais utilizados.
- 2 cartões de memória de 8 GB, ambos vazios.
- Chave de fenda bem pequena, pra apertar eventuais parafusos pequenos que podem se soltar.
- Duas chave em L pra colocar e tirar o prato L da D700.
- Cotonetes, pra limpeza mais detalhada.
- Manual do iPod, as vezes o iPod trava e tem uma sequencia certa dos botões pra destravar.


Também é levado o case da Nikkor 600mm f/4 AF-S, com a lente dentro mais os dois parassóis, a proteção de neoprene camuflado, better beamer pro SB-900, saquinhos de silica gel e o que mais couber ali dentro, podem ser meias, toalha (seca, lógico), etc.


Além disso, uma mochila pequena da Nike, que pode ser usada pra ir nas trilhas. Dentro dela vai uma lanterna grande pra corujar (com pilhas boas), inversor de eletricidade 400w da Black & Decker (no Zizo não tem energia, mas dá pra conectar o inversor numa bateria de carro e assim ter eletricidade pra carregar os equipamentos, notebook, etc.), rebatedor circular com capa, bota impermeável com meias dentro e rede de blind camuflada, caso encontre algo que valha a pena montar o blind e esperar pela foto perfeita.


E claro, por último uma malinha de roupas, com algumas camisas, calças, uma boa capa de chuva (sempre!), escova de dente, desodorante, repelente, boné, protetor solar, perneiras anti-cobra, livro Birds of Brazil (do Van Perlo), etc. Para calçar, um tênis mais confortável é usado durante a viagem e em outros momentos. Se estiver calor, uma havaianas.


O tripé com a cabeça gimbal, o tripé de iluminação e uma sombrinha translucida vão soltas, talvez coladas juntas com a fita crepe. Um segundo tripé de iluminação ou um tripé desses baratos de plástico pra montar setups/cenários também é recomendado.
É levado também o notebook na mala, junto com mouse, cabo de força, bateria 9 células carregada e cabinho USB. Se fosse uma viagem mais longa, levaria também o HD externo.
O binóculo vai no pescoço, pois é possível ver umas aves na estrada.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Novos cases para câmeras fotográficas

Foto: Racco 1040 - Garante a segurança do HD para descarregar as imagens em campo.Na foto um teste de submersão.

Outro produto que tenho utilizado para a proteção do meu equipamento são os cases Pelican. Em polímero rígido, esses cases são a prova de impacto e a prova d'água (podem ser submergidos) e o que é melhor, têm Lifetime Guarantee.

Foto: Racco 1520 - com seu interior costumizado.

O interior pode vir em microespumas serrilhadas ou divisórias de naylon e em ambos é possível customizar de acordo com o equipamento a ser protegido. A Pelican no Brasil é representada oficialmente pela Racco (os cases passam a ser identificados por Racco), que oferece uma vasta linha de produtos.

Foto: Racco 1520 - Uso tanto para transportar o laptop em campo quanto em casa para proteger da umidade, também é uma ótima base para trabalhar na rua. vide foto de trabalho de campo.

Esse cases me garantem proteção absoluta no transporte dos equipamentos. Eles também têm sido essenciais na proteção contra a ação da umidade que os equipamentos sofrem diariamente. Atualmente, tenho três modelos de cases: o Racco 1040, que uso para armazenar um Hyperdrive, o  Racco 1520, para transportar o meu laptop e pequenos assessórios,  e o Racco 1600,  para transportar câmeras de backup, tripé e outras coisas.

Foto: Racco 1600 - Acabei comprando para transportar um computador de 12 polegadas e um HD externo. Hoje vejo que cometi um erro na escolha do tamanho, pois ele é capaz de carregar uns seis computadores de 12 polegadas. Veja na foto o equipamento em campo, durante seção de fotos  na floresta alagada, também carrego nele duas câmeras e acessórios para iluminação.

Nos modelos 1520 e 1600, o interior é de espuma e pode ser customizado. A dica que eu dou é para pensar bem no que se pretende transportar, estudar o tamanho interno e externo, pois quando comprei o modelo 1600 me dei conta de que o seu tamanho era muito maior do que o necessário.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Lanternas Pelincan sendo utilizadas em resgate no Haiti

As imagens a seguir, mostram a atuação das lanternas Pelican no resgate a vitimas do terremoto seguido de tsunami que ouve no Haiti em janeiro de 2010, em que a  Pelican  Internacional fez uma doação de US$100.000 em lanternas de mão e para cabeça, para ajudar no resgate das vítimas do desastre.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Pelican no cinema!


Que os produtos Pelican são sinônimos de qualidade e confiabilidade, isso você já sabe! Agora a presença constante em filmes e séries de Hollywood é um detalhe que nem todos percebem! 

Confira este vídeo que mostra trechos de vários filmes e até mesmo games, nos quais os produtos Pelican contracenam com os protagonistas:

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Cases Pelican na pratica de mergulho

Os produtos Pelican são frequentemente utilizados para a prática de esportes como rapel, montanhismo, para-quedismo, pesca esportiva, mergulho e muitos outros. Como se trata de modalidades que exigem equipamentos de alto custo,  os cases Pelican são indispensáveis para mantê-los em segurança!

Para atestar a confiabilidade dos nossos produtos durante as atividades, confira a opinião do site Brasil Mergulho:


Pelican Cases – State of The Art em caixas de mergulho 

Você já ouviu falar na Pelican Cases ?

A Pelican surgiu no ano de 1976, quando Dave Parker percebeu que o mercado precisava de uma caixa resistente a impactos, com o intuito de proteger os equipamentos de mergulho. Anos depois, a Pelican passou a produzir seus compartimentos para outros tipos de demandas do mercado, sendo hoje, uma marca patenteada e um dos maiores fabricantes de compartimentos para não só equipamentos de mergulho, como também, para instrumentos musicais, equipamentos eletrônicos e equipamentos militares.
As caixas da Pelican possuem alguns diferenciais, que fazem deste item, um produto muito superior as bolsas e alas de mergulho.

Resistência

Todos os modelos de caixas são fabricados com um material plástico de alta resistência a impactos. A estrutura das caixas possui um desenho diferenciado, fazendo com que ela tenha uma grande resistência a impactos. Há quem diga que já viu uma caixa dessas cair de uma altura de um edifício de três andares, e nada ocorreu com o que estava dentro.

Vedação

As caixas possuem um grande o-ring interno, que evita a entrada de água para o interior da caixa, ou a saída de água proveniente dos equipamentos molhados para fora dela. Sem dúvida essa é uma vantagem, pois ao retornar do mergulho, podemos colocar todo o material na caixa e guardá-la no carro, com a certeza de que não molhará o interior do mesmo.

Válvula de Equalização

No passado, as caixas da Pelican utilizavam um pequeno botão rosqueável, para que o usuário pudesse rodá-lo e deixar a pressão interna da caixa se equalizar com a pressão externa. Isso é necessário, pois a caixa é estanque, e havendo alguma variação de pressão externa a caixa, como a mudança de altitude, por exemplo, essa diferença poderá dificultar a abertura da mesma.

Atualmente não existe mais esse botão e foi incorporada uma pequena válvula de pressão, que já realiza a equalização de forma automática e sem a intervenção do mergulhador.

Inovação em Design

De uns anos pra cá, alguns modelos sofreram inovações, o que melhorou muito o uso destes compartimentos. Um exemplo, são as alças e rodinhas de trânsito. No modelo 1650, por exemplo, ao deitar a caixa, as rodas desencostam do chão, não tendo que sustentar a caixa deitada e consequentemente, sem a pressão do peso da caixa sob as rodas. No passado, o peso dos equipamentos agia diretamente sob elas e com o tempo, os amassados se tornavam presentes, tornando o deslize das rodas muito ruim.

Outro ponto melhorado e ao meu ver excelente, são as alças laterais. O usuário poderá utilizar até quatro alças em posições estratégicas. Uma para carregar a caixa sob as rodas e as demais, permitem que o compartimento seja carregado por uma ou duas pessoas.

Segurança

Todos os modelos da Pelican possuem determinadas áreas para a colocação de cadeados, evitando assim, que algum estranho venha abrir o compartimento com o intuito de furto. Além disso, essas caixas possuem travas laterais, que fazem com que a tampa do compartimento seja fechada sob pressão, contribuindo para o isolamento do compartimento.

Divisão interna

É possível adquirir uma dessas caixas com uma espuma interna que permite ao usuário, configurar a disposição interna dos equipamentos. Particularmente não acho interessante para equipamentos de mergulho. No caso de fotografia e vídeo sub, vale à pena.

Vantagens e desvantagens

Já há algum tempo, utilizo três caixas pelican e estou plenamente satisfeito. No caso do modelo 1650, ele permite que eu guarde todo meu equipamento de mergulho técnico e de forma bem acomodada.

Mas como tudo na vida, há dois inconvenientes na utilização dessas caixas: Peso e tamanho.
Devido à resistência e material utilizado na fabricação desses compartimentos, ela se torna um pouco pesada e grande. Para mergulho recreacional, o mergulhador deve buscar por um modelo menor e mais adequado. No caso de viagens aéreas, a grande vantagem é que você despacha a sua caixa e não se preocupa com o descuido dos carregadores aeroportuários e com a segurança da mesma. Para abrir uma caixa dessas, requer tempo, coisa que pessoas mal intencionadas não têm durante seu turno no aeroporto. No entanto, uma desvantagem, são os quilo à mais que ela utiliza da sua cota de bagagem.

É um caso a ser pensado, pois carregamos equipamentos caros, e se for de mergulho técnico então, muitas vezes chega ao valor de um automóvel. Dependendo do destino, será que não vale à pena o investimento e um custo adicional para garantir a segurança dos nossos equipamentos ?

Custo

Vivo debatendo isso com alguns amigos do mergulho que insistem em dizer que essas caixas são caras. O modelo Pelican 1650 hoje sai em torno dos U$ 170 nos Estados Unidos. Ao câmbio de hoje, algo em torno dos R$ 300. Você achou caro ?

Faça uma pesquisa e você irá comprovar que as melhores malas rígidas da Sansonite, por exemplo, custam em média R$ 600 aqui no Brasil, e não fornecem 1/3 da resistência que as caixas da Pelican trazem. Cada caso é um caso e cada mergulhador, deve saber a sua real necessidade.

Cogitando dar uma olhada nessas caixas, cuidado, pois você poderá adquirir uma e nunca mais querer saber das bolsas e malas de mergulho.
Para mais informações sobre as caixas Pelican, acesse o site oficial do fabricante: www.pelican.com.


FONTE: Brasil Mergulho
 
Pelican Brasil © 2011 - Grupo Racco (Distribuidor Exclusivo no Brasil)